terça-feira, 24 de Junho de 2014

Percepções dos Alunos sobre o impacto das TIC na aprendizagem e na vida profissional

More than 70% of students at grade 8 and 11 agree or strongly agree on the positive impact of ICT on a number of learning aspects. However, students in two branches of vocational education (engineering, manufacturing, construction and clerical/office work) have relatively more positive opinions (figure below) on the impact of ICT on their learning than their peers in general education (read more).



Princípios para fazer da educação uma educação experimental


Revisão da Taxonomia de Bloom com verbos


quinta-feira, 8 de Maio de 2014

Indicadores de Qualidade das Planificações Curriculares: entre o colete de forças das macro-decisões do Plano Curricular e as margens de autonomia das micro-decisões do Plano de Turma



Rodrigues, D. (2005). A Flexibilidade Curricular e as Escolas de Condução. Jornal “a Página”. 144, p. 16.


Roldão, Maria do Céu (1999). Gestão curricular – fundamentos e práticas. Lisboa: ME-DEB.


Ensinar quem não quer aprender: importância das experiências de aprendizagem ativas e experimentais

Ensinar quem não quer aprender é como a História do cavalo que não tem sede de Célestin Freinet (2004). Pedagogia do bom senso. 7ª ed. São Paulo: Martins Fontes. p.17.



Com efeito, “motivar os alunos” consiste, muitas vezes, em inventar um truque para que eles estudem assuntos que não lhes interessam. Prestar atenção à mobilização dos alunos leva a interrogar-se sobre o motor interno do estudo, ou seja, sobre o que faz com que eles invistam no estudo.


"A actividade produtiva dos alunos não é, aliás, fácil de conseguir senão através de um trabalho que se lhes apresenta como minimamente interessante. Assim sendo, o professor tem de descobrir formas de abordar as questões que sejam mais estimulantes do que a simples «explicação» das matérias. Não se trata de «motivar» artificialmente os alunos. Trata-se de descobrir modos de ir ao encontro de um potencial que está lá, dentro de cada aluno, às vezes bem oculto por detrás do desinteresse, de aparentes incapacidades ou até de comportamentos perturbadores. Por isso se tem defendido que o professor tem de ser um pouco um investigador que olha atentamente os seus alunos com um olhar «não daltónico» (Cortesão e Stoer, 1996). Tem de ser um professor que tenta ler nos diferentes comportamentos, nos interesses, desinteresses, nas aprendizagens, nas dificuldades, tomando tudo isto como indicadores preciosos para que seja possível pilotar as suas propostas de ensino-aprendizagem estabelecer o necessário contacto intelectual e afectivo com os alunos e produzir materiais e estratégias adequadas aquela situação, aqueles alunos — os dispositivos pedagógicos (Cortesão, e Stoer, 1996)."


Se o professor proporcionar contextos de aprendizagem em que o aluno possa desenvolver "trabalho prático" de acordo com Leite (2001), estão criadas as condições ideais para que exista um maior envolvimento dos alunos na escola e motivação para aprender, a aprendizagem seja significativa e haja o desenvolvimento da autonomia.

Leite, Laurinda (2001). Contributos para uma utilização mais fundamentada do trabalho laboratorial no ensino das ciências. In Caetano, H. V. ; Santos, M. G., orgs. – “Cadernos Didácticos de Ciências.” Lisboa : Departamento do Ensino Secundário do Ministério de Educação, 2001. vol.1, p. 77-96.

segunda-feira, 28 de Abril de 2014

O questionamento em Ciências - a arte de perguntar

Nesta apresentação o Doutor Vítor Gil, Director do Exploratório Infante D. Henrique - Centro de Ciência Viva de Coimbra, discute a pertinência do "questionamento em Ciências" e sabiamente demonstra a "a arte de perguntar".

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

O director de turma como coordenador de uma equipa de professores



SÁ, Virginio (1997). Racionalidades e Práticas na Gestão Pedagógica: O Caso do Diretor de Turma. Portugal: Instituto de Inovação Educacional. 

ISBN: 972-8353-29-4














Roldão, Maria do Céu (2008). O papel do director de turma na gestão do trabalho docente: Liderança, Supervisão e Colaboração. Lisboa: Ministério da Educação - DGIDC.

ISBN: 972-9380-76-7.











AS FUNÇÕES DO DIRETOR DE TURMA NA ESCOLA PORTUGUESA E O SEU PAPEL NO INCREMENTO DA CONVIVÊNCIA

Resumo: A presença do Diretor de Turma nas escolas portuguesas é uma realidade em escolas públicas e privadas, desde a década de 1970, adquire progressiva importância a partir do Decreto-Lei nº 115-A/98 possiblitando às escolas mais eficácia. Dentre as diversas atribuições dessa coordenação, verifica-se, nesse período, que a comunicação e integração entre a escola e a família e entre todos os professore e alunos de uma mesma turma têm se mostrado como das mais relevantes, por minimizar os conflitos de interesses, refletindo positivamente no ensino e na aprendizagem.