O professor José Alves Roqueta é o terceiro distinguido no âmbito da iniciativa Professor do Ano.
Numa escola que se orgulha de não rejeitar alunos, a Dr. Azevedo Neves, na Damaia, José Alves Roqueta preocupa-se em motivar os jovens para que possam aprender, em dar-lhes um rumo. “O que me faz ferver é a apatia”, resume este algarvio, que ainda não pensa sequer na reforma.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Auto-avaliação das Escolas
Ao construir um modelo de auto-avaliação da Escola podemos rentabilizar tempo e esforço e tentar conciliar a auto-avaliação da Escola, com uma previsão da avaliação externa e com a avaliação de programas/projectos em desenvolvimento na escola.
Esta tarefa não é fácil, uma vez que cada um destes componentes apresenta funções e finalidades diferentes e está alocada em paradigmas opostos da administração escolar e consequentemente em paradigmas opostos da avaliação.
No entanto, esta tarefa não é impossível, uma vez que as três componentes apresentam domínios/eixos comuns.
A literatura vem alertando para a complexidade da organização escolar e das lógicas paradoxais em acção. Assim, propomo-nos construir um modelo adaptado à nossa realidade organizacional, tendo consciência dos constrangimentos no processo de auto-avaliação e dos seus caminhos mais positivos e mais negativos.
Neste sentido, apresentamos um quadro teórico que fundamenta a nossa perspectiva de auto-avaliação, com base no conceito de escola que percepcionamos e de acordo com a missão que nos propomos desenvolver.
Esta tarefa não é fácil, uma vez que cada um destes componentes apresenta funções e finalidades diferentes e está alocada em paradigmas opostos da administração escolar e consequentemente em paradigmas opostos da avaliação.
No entanto, esta tarefa não é impossível, uma vez que as três componentes apresentam domínios/eixos comuns.
A literatura vem alertando para a complexidade da organização escolar e das lógicas paradoxais em acção. Assim, propomo-nos construir um modelo adaptado à nossa realidade organizacional, tendo consciência dos constrangimentos no processo de auto-avaliação e dos seus caminhos mais positivos e mais negativos.
Neste sentido, apresentamos um quadro teórico que fundamenta a nossa perspectiva de auto-avaliação, com base no conceito de escola que percepcionamos e de acordo com a missão que nos propomos desenvolver.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Como promover o sucesso escolar?
Após a publicação dos resultados escolares relativos ao 1º Período lectivo e após o tratamento estatístico dos mesmos parece pertinente que professores e alunos reflictam sobre os processos de promoção do sucesso educativo.
Uma sugestão para essa reflexão é a utilização de um instrumento, "diagrama SWOT" - adaptado, onde se podem identificar os pontos fortes e os pontos fracos (problemas) relativos ao 1º período e propor sugestões a implementar no 2º período para melhorar os resultados escolares.
O preenchimento desse diagrama pode ser realizado em grupo disciplinar pelos professores e em grupo turma pelos alunos com o director de turma (no papel de mediador). Esta metodologia de trabalho reflexivo é potenciadora de gerar planos de acção colaborativos para a promoção do sucesso educativo nas áreas identificadas como mais problemáticas.
O diagrama pode ser apresentado já preenchido com alguns aspectos, em cada um dos campos, e ser reorganizado e complementado pelos professores / alunos ou ser apresentado com os campos vazios e uma lista (anexa) de possíveis aspectos a serem colocados ou complementados com outros que professores / alunos entendam pertinentes.
Uma sugestão para essa reflexão é a utilização de um instrumento, "diagrama SWOT" - adaptado, onde se podem identificar os pontos fortes e os pontos fracos (problemas) relativos ao 1º período e propor sugestões a implementar no 2º período para melhorar os resultados escolares.
O preenchimento desse diagrama pode ser realizado em grupo disciplinar pelos professores e em grupo turma pelos alunos com o director de turma (no papel de mediador). Esta metodologia de trabalho reflexivo é potenciadora de gerar planos de acção colaborativos para a promoção do sucesso educativo nas áreas identificadas como mais problemáticas.
O diagrama pode ser apresentado já preenchido com alguns aspectos, em cada um dos campos, e ser reorganizado e complementado pelos professores / alunos ou ser apresentado com os campos vazios e uma lista (anexa) de possíveis aspectos a serem colocados ou complementados com outros que professores / alunos entendam pertinentes.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
SOS ajudar a promover o sucesso escolar dos filhos
"Não lhe dê o peixe, ensine-o a pescar"
Renato Paiva autor do livro "Ensina o teu filho a estudar" no programa Boa tarde da SIC
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Continuação de Boas Festas e Feliz 2013!
O espírito de Natal é a doce Amizade que brilha todo o ano.
Juntos podemos manter todo o ano a magia do Natal.
Continuação de Boas Festas e Feliz 2013!
Juntos podemos manter todo o ano a magia do Natal.
Continuação de Boas Festas e Feliz 2013!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Programa Escolhas
Consulte os recursos de intervenção social, levadas a cabo pelos projectos Escolhas locais.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Seminário TEIP: Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo
No dia 11 de Dezembro de 2012 decorreu, no âmbito do Programa TEIP, o Seminário "Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo" no auditório municipal da Póvoa do Varzim.
De acordo com a tutela e com os investigadores convidados
- "Os professores são as peças centrais na construção de mudanças e na melhoria da educação e/ou na criação de experiências educativas potenciadoras de sucesso educativo". No entanto, segundo Carlinda Leite para que essa mudança e essa melhoria ocorram é necessário que os professores: saibam, possam e queiram a mudança e a melhoria da educação; trabalhem colaborativamente e partilhem e reflictam sobre as práticas e sejam reconhecidos pelos pares e pela tutela com a divulgação das boas práticas desenvolvidas.
- Contrariando o relatório Coleman (1966) "A escola e os professores podem fazer a diferença e existem pressupostos básicos para essa consecução" que segundo Matias Alves estão centrados na "Gramática Escolar". Estes factores centrais da gestão e organização escolar passam pela gestão de recursos humanos, horários, distribuição de alunos por turma... e ainda pela gestão pedagógica em cada sala de aula em que os alunos devem ser produtores e não consumidores de conhecimentos.
- "Para que a escola possa evitar que a injustiça social afecte os alunos" e não ratifique e reproduza as desigualdades sociais, perpetuando a pobreza e a iliteracia, Teresa Sarmento sugere que se ouça os alunos, que se focalize nestes a acção pedagógica e se desenvolvam os seus interesses pessoais. É necessário envolver as famílias e os alunos no seu percurso académico.
Os directores convidados a dar testemunho de "boas práticas" foram unânimes em considerar fundamental uma liderança democrática numa cultura integradora e numa gestão participada. Segundo Torres & Palhares (2009) este tipo de liderança consegue elevar os níveis de confiança dos professores, envolvendo-os na missão do projecto, alcançando, por isso, níveis mais elevados de esforço extra, eficácia e satisfação. Todo o trabalho deve ser baseado na colaboração, na participação, na autonomia, na motivação, na comunicação aberta e na responsabilização conjunta (Santos, 2007).
Segundo os especialista, para além desta liderança de topo, é fundamental uma liderança instrucional por parte de todos os professores. Esta liderança de sala de aula focada nas práticas pedagógicas, a qualificação de professores e os processos de partilha e colaboração são a chave para o sucesso.
Subscrever:
Mensagens (Atom)