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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

I Seminário do Observatório de Autoavaliação de Escolas: Contextos e práticas de autoavaliação

O primeiro seminário realizado no âmbito do Observatório de Autoavaliação de Escolas destina-se a alunos de pós-graduação, professores e investigadores, incluindo os docentes que fazem parte dos agrupamentos de escolas com os quais o Observatório de Autoavaliação de Escolas do Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho tem protocolo.


Este seminário corresponde a um total de 12 horas com certificação do Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua. O evento pretende:

i) problematizar a autoavaliação nos agrupamentos de escolas;
ii) divulgar práticas de autoavaliação nos agrupamentos de escolas;
iii) reforçar sinergias de cooperação entre agrupamentos de escolas e instituições de ensino superior.

Mais informações em http://store.uminho.pt/pt/seminariooaescolas

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Auto-avaliação das Escolas

Ao construir um modelo de  auto-avaliação da Escola podemos rentabilizar tempo e esforço e tentar conciliar a auto-avaliação da Escola, com uma previsão da avaliação externa e com a avaliação de programas/projectos em desenvolvimento na escola.
Esta tarefa não é fácil, uma vez que cada um destes componentes apresenta funções e finalidades diferentes e está alocada em paradigmas opostos da administração escolar e consequentemente em paradigmas opostos da avaliação.
No entanto, esta tarefa não é impossível, uma vez que as três componentes apresentam domínios/eixos comuns.

A literatura vem alertando para a complexidade da organização escolar e das lógicas paradoxais em acção. Assim, propomo-nos construir um modelo adaptado à nossa realidade organizacional, tendo consciência dos constrangimentos no processo de auto-avaliação e dos seus caminhos mais positivos e mais negativos.

Neste sentido, apresentamos um  quadro teórico que fundamenta a nossa perspectiva de auto-avaliação, com base no conceito de escola que percepcionamos e de acordo com a missão que nos propomos desenvolver.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Como promover o sucesso escolar?

Após a publicação dos resultados escolares relativos ao 1º Período lectivo e após o tratamento estatístico dos mesmos parece pertinente que professores e alunos reflictam sobre os processos de promoção do sucesso educativo.

Uma sugestão para essa reflexão é a utilização de um instrumento, "diagrama SWOT" - adaptado, onde se podem identificar os pontos fortes e os pontos fracos (problemas) relativos ao 1º período e propor sugestões a implementar no 2º período para melhorar os resultados escolares.

O preenchimento desse diagrama pode ser realizado em grupo disciplinar pelos professores e em grupo turma pelos alunos com o director de turma (no papel de mediador). Esta metodologia de trabalho reflexivo é potenciadora de gerar planos de acção colaborativos para a promoção do sucesso educativo nas áreas identificadas como mais problemáticas.

O diagrama pode ser apresentado já preenchido com alguns aspectos, em cada um dos campos, e ser reorganizado e complementado pelos professores / alunos ou ser apresentado com os campos vazios e uma lista (anexa) de possíveis aspectos a serem colocados ou complementados com outros que professores / alunos entendam pertinentes.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Avaliação das Escolas em Portugal: o olhar da OCDE

O estudo da OCDE sobre "avaliação em sistemas educativos: o caso de Portugal" no capitulo 5 faz referencia ao processo relativo à avaliação das escolas.

Para saber mais consulte o documento original 

OECD (2012), "School evaluation", in P. Santiago, et al. , OECD Reviews of Evaluation and Assessment in Education: Portugal 2012, OECD Publishing.
doi: 10.1787/9789264117020-8-en

ou o estudo de Isabel Fialho et al (2012) "Relatórios internacionais e europeus, um olhar sobre a Avaliação Externa de Escolas em Portugal", apresentado no seminário "Avaliação externa de escolas: princípios, processos e efeitos".

(Auto)Avaliação das Escolas: referenciais teóricos

Afonso, Almerindo Janela (2009). Políticas educativas e accountability em educação. Subsídios para um debate iberoamericanoSísifo: Revista de Ciências da Educação, 9, p. 57-70.

Afonso, Natércio (2004). Avaliação e desenvolvimento organizacional da escolaRevista Brasileira de Política e Administração da Educação- RBPAE 20 (1).
Comunicação apresentada no II Simpósio sobre Organização e Gestão Escolar, Universidade de Aveiro, Maio de 2002.

Alaiz, Vítor (2007). Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?. Correio da Educação (301).

Azevedo, Maria José (2007), Estudo - Avaliação das Escolas: Fundamentar Modelos e Operacionalizar Processos. In: SEMINÁRIO AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS: modelos e processos, Lisboa. Actas... Lisboa: Conselho Nacional de Educação.

Pacheco, José Augusto (2010). Avaliação Externa das Escolas: Teorias e Modelos. Conferência realizada no Seminário “Avaliação Externas das Escolas: Modelos, Práticas e Impacto”, realizado na Universidade do Minho, 13 de Julho de 2010.

Sá, Virgínio (2009). A (auto)avaliação das escolas: “virtudes” e “efeitos colaterais”Ensaio: avaliação e politicas públicas em Educação, 17 (62), p. 87-108.

Silva, Jorge (2010) (Director). Auto‐avaliaçao das Escolas e Processos de Auto‐monitorização. Revista ELO 17. 

sábado, 27 de outubro de 2012

O Sucesso escolar dos Alunos e a Avaliação externas das Escolas

No dia 27 de Outubro de 2012 decorreu na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP) o seminário "Avaliação externa de escolas: princípios, processos e efeitos".

Nos estudos apresentados parece consensual o facto dos "resultados escolares" ser um factor preponderante na Avaliação Externa das Escolas (AEE) e à semelhança do que refere Licínio Lima, "não se implementam mudanças por decreto", Ivor Goodson refere que "a AEE não consegue mudar as práticas das escolas se os professores não estiverem motivados e empenhados nessa mudança".

Continue a acompanhar os referenciais teórico-metodológicos e os estudos implementados no site do Seminário.


Para que a escola se transforme numa organização que aprende, será necessário que aprenda a aprender. 

Thurler, M. T. (2000). Innover au coeur d l’établissement scolaire. Paris: ESF, p. 196