sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Programa Escolhas


Este Programa visa promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de imigrantes e minorias étnicas, tendo em vista a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social.

Consulte os recursos de intervenção social, levadas a cabo pelos projectos Escolhas locais.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Seminário TEIP: Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo


No dia 11 de Dezembro de 2012 decorreu, no âmbito do Programa TEIP, o Seminário "Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo" no auditório municipal da Póvoa do Varzim.

Ver ainda em: http://terrear.blogspot.pt

De acordo com a tutela e com os investigadores convidados
  • "Os professores são as peças centrais na construção de mudanças e na melhoria da educação e/ou na criação de experiências educativas potenciadoras de sucesso educativo". No entanto, segundo Carlinda Leite para que essa mudança e essa melhoria ocorram é necessário que os professores: saibam, possam e queiram a mudança e a melhoria da educação; trabalhem colaborativamente e partilhem e reflictam sobre as práticas e sejam reconhecidos pelos pares e pela tutela com a divulgação das boas práticas desenvolvidas.
  • Contrariando o relatório Coleman (1966) "A escola e os professores podem fazer a diferença e existem pressupostos básicos para essa consecução" que segundo Matias Alves estão centrados na "Gramática Escolar". Estes factores centrais da gestão e organização escolar passam pela gestão de recursos humanos, horários, distribuição de alunos por turma... e ainda pela gestão pedagógica em cada sala de aula em que os alunos devem ser produtores e não consumidores de conhecimentos.
  • "Para que a escola possa evitar que a injustiça social afecte os alunos" e não ratifique e reproduza as desigualdades sociais, perpetuando a pobreza e a iliteracia, Teresa Sarmento sugere que se ouça os alunos, que se focalize nestes a acção pedagógica e se desenvolvam os seus interesses pessoais. É necessário envolver as famílias e os alunos no seu percurso académico.

Os directores convidados a dar testemunho de "boas práticas" foram unânimes em considerar fundamental uma liderança democrática numa cultura integradora e numa gestão participada. Segundo Torres & Palhares (2009) este tipo de liderança consegue elevar os níveis de confiança dos professores, envolvendo-os na missão do projecto, alcançando, por isso, níveis mais elevados de esforço extra, eficácia e satisfação. Todo o trabalho deve ser baseado na colaboração, na participação, na autonomia, na motivação, na comunicação aberta e na responsabilização conjunta (Santos, 2007).

Segundo os especialista, para além desta liderança de topo, é fundamental uma liderança instrucional por parte de todos os professores. Esta liderança de sala de aula focada nas práticas pedagógicas, a qualificação de professores e os processos de partilha e colaboração são a chave para o sucesso.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Avaliação das Escolas em Portugal: o olhar da OCDE

O estudo da OCDE sobre "avaliação em sistemas educativos: o caso de Portugal" no capitulo 5 faz referencia ao processo relativo à avaliação das escolas.

Para saber mais consulte o documento original 

OECD (2012), "School evaluation", in P. Santiago, et al. , OECD Reviews of Evaluation and Assessment in Education: Portugal 2012, OECD Publishing.
doi: 10.1787/9789264117020-8-en

ou o estudo de Isabel Fialho et al (2012) "Relatórios internacionais e europeus, um olhar sobre a Avaliação Externa de Escolas em Portugal", apresentado no seminário "Avaliação externa de escolas: princípios, processos e efeitos".

(Auto)Avaliação das Escolas: referenciais teóricos

Afonso, Almerindo Janela (2009). Políticas educativas e accountability em educação. Subsídios para um debate iberoamericano. Sísifo: Revista de Ciências da Educação, 9, p. 57-70.

Afonso, Natércio (2004). Avaliação e desenvolvimento organizacional da escola. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação- RBPAE 20 (1).
Comunicação apresentada no II Simpósio sobre Organização e Gestão Escolar, Universidade de Aveiro, Maio de 2002.

Alaiz, Vítor (2007). Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?. Correio da Educação (301).

Azevedo, Maria José (2007), Estudo - Avaliação das Escolas: Fundamentar Modelos e Operacionalizar Processos. In: SEMINÁRIO AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS: modelos e processos, Lisboa. Actas... Lisboa: Conselho Nacional de Educação.

Pacheco, José Augusto (2010). Avaliação Externa das Escolas: Teorias e Modelos. Conferência realizada no Seminário “Avaliação Externas das Escolas: Modelos, Práticas e Impacto”, realizado na Universidade do Minho, 13 de Julho de 2010.

Sá, Virgínio (2009). A (auto)avaliação das escolas: “virtudes” e “efeitos colaterais”. Ensaio: avaliação e politicas públicas em Educação, 17 (62), p. 87-108.

Silva, Jorge (2010) (Director). Auto‐avaliaçao das Escolas e Processos de Auto‐monitorização. Revista ELO 17. 

sábado, 27 de outubro de 2012

O Sucesso escolar dos Alunos e a Avaliação externas das Escolas

No dia 27 de Outubro de 2012 decorreu na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP) o seminário "Avaliação externa de escolas: princípios, processos e efeitos".

Nos estudos apresentados parece consensual o facto dos "resultados escolares" ser um factor preponderante na Avaliação Externa das Escolas (AEE) e à semelhança do que refere Licínio Lima, "não se implementam mudanças por decreto", Ivor Goodson refere que "a AEE não consegue mudar as práticas das escolas se os professores não estiverem motivados e empenhados nessa mudança".

Continue a acompanhar os referenciais teórico-metodológicos e os estudos implementados no site do Seminário.


Para que a escola se transforme numa organização que aprende, será necessário que aprenda a aprender. 

Thurler, M. T. (2000). Innover au coeur d l’établissement scolaire. Paris: ESF, p. 196