sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

SOS ajudar a promover o sucesso escolar dos filhos

"Não lhe dê o peixe, ensine-o a pescar"


Renato Paiva autor do livro "Ensina o teu filho a estudar" no programa Boa tarde da SIC

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Continuação de Boas Festas e Feliz 2013!

O espírito de Natal é a doce Amizade que brilha todo o ano.



Juntos podemos manter todo o ano a magia do Natal.

Continuação de Boas Festas e Feliz 2013!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Programa Escolhas


Este Programa visa promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de imigrantes e minorias étnicas, tendo em vista a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social.

Consulte os recursos de intervenção social, levadas a cabo pelos projectos Escolhas locais.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Seminário TEIP: Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo


No dia 11 de Dezembro de 2012 decorreu, no âmbito do Programa TEIP, o Seminário "Caminhos para a Inclusão e para o Sucesso Educativo" no auditório municipal da Póvoa do Varzim.

Ver ainda em: http://terrear.blogspot.pt

De acordo com a tutela e com os investigadores convidados
  • "Os professores são as peças centrais na construção de mudanças e na melhoria da educação e/ou na criação de experiências educativas potenciadoras de sucesso educativo". No entanto, segundo Carlinda Leite para que essa mudança e essa melhoria ocorram é necessário que os professores: saibam, possam e queiram a mudança e a melhoria da educação; trabalhem colaborativamente e partilhem e reflictam sobre as práticas e sejam reconhecidos pelos pares e pela tutela com a divulgação das boas práticas desenvolvidas.
  • Contrariando o relatório Coleman (1966) "A escola e os professores podem fazer a diferença e existem pressupostos básicos para essa consecução" que segundo Matias Alves estão centrados na "Gramática Escolar". Estes factores centrais da gestão e organização escolar passam pela gestão de recursos humanos, horários, distribuição de alunos por turma... e ainda pela gestão pedagógica em cada sala de aula em que os alunos devem ser produtores e não consumidores de conhecimentos.
  • "Para que a escola possa evitar que a injustiça social afecte os alunos" e não ratifique e reproduza as desigualdades sociais, perpetuando a pobreza e a iliteracia, Teresa Sarmento sugere que se ouça os alunos, que se focalize nestes a acção pedagógica e se desenvolvam os seus interesses pessoais. É necessário envolver as famílias e os alunos no seu percurso académico.

Os directores convidados a dar testemunho de "boas práticas" foram unânimes em considerar fundamental uma liderança democrática numa cultura integradora e numa gestão participada. Segundo Torres & Palhares (2009) este tipo de liderança consegue elevar os níveis de confiança dos professores, envolvendo-os na missão do projecto, alcançando, por isso, níveis mais elevados de esforço extra, eficácia e satisfação. Todo o trabalho deve ser baseado na colaboração, na participação, na autonomia, na motivação, na comunicação aberta e na responsabilização conjunta (Santos, 2007).

Segundo os especialista, para além desta liderança de topo, é fundamental uma liderança instrucional por parte de todos os professores. Esta liderança de sala de aula focada nas práticas pedagógicas, a qualificação de professores e os processos de partilha e colaboração são a chave para o sucesso.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Avaliação das Escolas em Portugal: o olhar da OCDE

O estudo da OCDE sobre "avaliação em sistemas educativos: o caso de Portugal" no capitulo 5 faz referencia ao processo relativo à avaliação das escolas.

Para saber mais consulte o documento original 

OECD (2012), "School evaluation", in P. Santiago, et al. , OECD Reviews of Evaluation and Assessment in Education: Portugal 2012, OECD Publishing.
doi: 10.1787/9789264117020-8-en

ou o estudo de Isabel Fialho et al (2012) "Relatórios internacionais e europeus, um olhar sobre a Avaliação Externa de Escolas em Portugal", apresentado no seminário "Avaliação externa de escolas: princípios, processos e efeitos".

(Auto)Avaliação das Escolas: referenciais teóricos

Afonso, Almerindo Janela (2009). Políticas educativas e accountability em educação. Subsídios para um debate iberoamericanoSísifo: Revista de Ciências da Educação, 9, p. 57-70.

Afonso, Natércio (2004). Avaliação e desenvolvimento organizacional da escolaRevista Brasileira de Política e Administração da Educação- RBPAE 20 (1).
Comunicação apresentada no II Simpósio sobre Organização e Gestão Escolar, Universidade de Aveiro, Maio de 2002.

Alaiz, Vítor (2007). Auto-avaliação das escolas? Há um modelo recomendável?. Correio da Educação (301).

Azevedo, Maria José (2007), Estudo - Avaliação das Escolas: Fundamentar Modelos e Operacionalizar Processos. In: SEMINÁRIO AVALIAÇÃO DAS ESCOLAS: modelos e processos, Lisboa. Actas... Lisboa: Conselho Nacional de Educação.

Pacheco, José Augusto (2010). Avaliação Externa das Escolas: Teorias e Modelos. Conferência realizada no Seminário “Avaliação Externas das Escolas: Modelos, Práticas e Impacto”, realizado na Universidade do Minho, 13 de Julho de 2010.

Sá, Virgínio (2009). A (auto)avaliação das escolas: “virtudes” e “efeitos colaterais”Ensaio: avaliação e politicas públicas em Educação, 17 (62), p. 87-108.

Silva, Jorge (2010) (Director). Auto‐avaliaçao das Escolas e Processos de Auto‐monitorização. Revista ELO 17.